A 2ª zona de Macapá e a 7ª zona de Laranjal do Jari, no Amapá, foram sorteadas para a para a Votação Paralela. Uma comissão foi buscar de helicóptero a urna de Laranjal de Jari.
Para assegurar a segurança e precisão do processo de votação, a Justiça Eleitoral submete as urnas eletrônicas a uma auditoria que acontece paralelamente às eleições municipais.
Esse processo recebe o nome de votação paralela por acontecer ao mesmo tempo que as eleições municipais. Trata-se de uma auditoria, por amostragem, que testa a regularidade dos programas utilizados nas urnas eletrônicas e assegura aos eleitores, candidatos e partidos políticos que não haverá falhas técnicas no processo de votação.
Participam da votação os fiscais - representantes dos partidos - que irão votar em seus candidatos e, ao final, irão averiguar se os votos correspondem com os divulgados pelo representante do TRE.
"A votação paralela é mais uma forma de garantir a segurança das urnas eletrônicas", afirmou o presidente da comissão da votação, juiz Augusto Gomes Leite.
Redação Terra