Macapá (AP)

Terça, 23 de setembro de 2008, 07h53

Justiça proíbe propaganda institucional no Amapá

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A Justiça Eleitoral do Amapá suspendeu a propaganda institucional do Governo Estado até o término das eleições, com exceção para aquelas em que o caso for de urgente necessidade pública.

A ação foi movida pela Coligação Juntos por Macapá (PT-PR), argumentando que a propaganda do Governo do Macapá tenta vincular a idéia de que somente se o candidato aliado ao governo se eleger eles irão cooperar. Em Maceió, o governador Antônio Waldes Góes da Silva (PDT) apóia o candidato do seu partido à prefeitura Roberto Góes.

Segundo a decisão, confirmada também pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AP), "tais veiculações levariam a um possível desequilíbrio no pleito eleitoral, com potencialidade de influir, inclusive, no resultado final da disputa".

O governo entrou com um mandado de segurança pedindo a suspensão da liminar.


Redação Terra