A Justiça Eleitoral do Amapá suspendeu a propaganda institucional do Governo Estado até o término das eleições, com exceção para aquelas em que o caso for de urgente necessidade pública.
A ação foi movida pela Coligação Juntos por Macapá (PT-PR), argumentando que a propaganda do Governo do Macapá tenta vincular a idéia de que somente se o candidato aliado ao governo se eleger eles irão cooperar. Em Maceió, o governador Antônio Waldes Góes da Silva (PDT) apóia o candidato do seu partido à prefeitura Roberto Góes.
Segundo a decisão, confirmada também pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AP), "tais veiculações levariam a um possível desequilíbrio no pleito eleitoral, com potencialidade de influir, inclusive, no resultado final da disputa".
O governo entrou com um mandado de segurança pedindo a suspensão da liminar.
Redação Terra