Atualizada às 20h24
O uso das urnas de eletrônicas nos últimos 12 anos ajudou a preservar 18.720 árvores. Nas eleições municipais de 2008, outras 2.965 serão poupadas, além de 148,2 mil kg de papel. As informações são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Desde a implantação do sistema, em 1996, até o último pleito, realizado em 27 de outubro de 2006, 505,44 milhões de litros de água foram economizados na produção das cédulas eleitorais. O volume é suficiente para abastecer uma cidade de 100 mil habitantes durante um mês.
Para reduzir ainda mais os gastos com papel, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não vai imprimir um novo caderno para identificar os eleitores dos municípios que terão segundo turno. Ao invés disso, a mesma lista será reutilizada. "Nós fizemos uma adaptação, agora só há necessidade de imprimir um caderno. Com isso nós economizamos em torno de 90 toneladas de papel", disse o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino.
Conforme a assessora de comunicação corporativa do TSE, Fernanda Quintanilha, as 57.262 urnas utilizadas em 1996 terão um destino ecologicamente correto. Além das máquinas, 980,4 mil disquetes, 279 mil bobinas e 41.944 baterias serão reaproveitados. O edital de licitação para escolher a empresa responsável pela reciclagem do lixo tecnológico ainda está sendo elaborado.
O TSE garante que está preparado para que todos votem em urnas eletrônicas. Mesmo assim, serão impressas 7,5 milhões de cédulas de papel. A estimativa do órgão é de que 0,07% das folhas sejam usadas.
Agência Brasil