Atualizada às 15h13
No programa eleitoral exibido na televisão hoje, a candidata do PT, Marta Suplicy, e o candidato do DEM e atual prefeito, Gilberto Kassab, aproveitaram para enfatizar os últimos resultados das pesquisas sobre intenção de voto.
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Marta lembrou que é líder em todas as pesquisas já realizadas - aparece com 41% das intenções de voto, segundo a última pesquisa Datafolha - com considerável margem de diferença para o segundo colocado - Geraldo Alckmin (PSDB) com 24%. Já Kassab aproveitou para enfatizar que o candidato do PSDB caiu nas pesquisas enquanto ele subiu três pontos, e teria hoje 14%, segundo o Datafolha. Além disso, o candidato à reeleição disse que, ainda segundo pesquisas, tem a melhor aprovação entre os prefeitos de São Paulo.
Alckmin garantiu que não vai atacar nenhum candidato durante a campanha e enfatizou propostas para a área da saúde. O ex-governador prometeu a construção de três hospitais, caso seja eleito.O candidato Paulo Maluf (PP) relembrou as obras que construiu quando foi prefeito da cidade, entre 1993 e 1997, e prometeu criar 12 novas pistas nas marginais, com o projeto Free Way.
Soninha Francine (PP) usou o tempo na televisão para falar sobre a "ocupação caótica" em São Paulo e defendeu o planejamento urbano, com a devolução de áreas ocupadas indevidamente, se for o caso.
Levy Fidelix (PRTB), famoso por defender a construção do Aerotrem, afirmou que a Free Way sugerida por Maluf, a restrição aos caminhões na cidade e o fura-fila são todas idéias antigas propostas por ele.
Anaí Caprone (PCO) disse que as eleições estão organizadas para manter no poder os mesmos políticos e defendeu uma "revolução socialista". Renato Reichmann (PMN) prometeu investimentos na saúde e na educação e Ciro Moura (Coligação Tostão X Milhão) garantiu que vai investir em parcerias com empresas privadas para construir casas populares. Ivan Valente (Psol-PSTU) usou seu horário para divulgar o jingle da campanha, sem enfatizar propostas específicas, e Edmilson Costa (PCB) defendeu uma "governança comunista", na qual, segundo ele, a sociedade participaria da administração pública.
Redação Terra