
Atualizada às 00h50 Em conversa com comerciantes e moradores da zona sul do Rio de Janeiro, a candidata à prefeita pelo DEM, Solange Amaral, falou ontem sobre a importância da preservação de áreas como a Cobal do Humaitá e a do Leblon. Os prédios, construídos em 1971 e que pertencem à Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab), estavam sob o risco de serem vendidos para construtoras antes do tombamento provisório decretado dia 18.
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"Quanto vale para a cidade uma área de convivência como esta? Não estou falando do ponto de vista financeiro, e sim para o lazer e o bem estar do carioca", disse. "Acredito que a prefeitura deva ter harmonia com os governos federal e estadual, mas, se há erros, temos que apontar. O importante é o Rio. Estou aqui para dizer que é preciso defender nossa cidade e espaços como o Parque Peter Pan, de Copacabana, que o governo do Estado quer vender", afirmou a candidata.
Durante o encontro, Solange falou também que os comerciantes que quiserem manter seus espaços terão o caminho aberto para a modernização das duas áreas. "Se não tivéssemos a lei das APACs, teríamos mais 15 mil carros no eixo Joardim Botânico-Leblon-Ipanema", exemplificou a candidata.
"O decreto assinado pelo prefeito para a proteção da Cobal impede a construção de espigões em local de lazer", afirmou Solange.
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