
Atualizada às 14h06 Fabiana Leal
O presidente dos Colégio de Presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais, desembargador Cláudio Santos, disse que as ações policiais no País irão inibir os crimes eleitorais nas eleições de outubro, inclusive o caixa 2. Ele acredita que os gastos dos partidos neste ano serão inferiores aos das últimas eleições para prefeitos e vereadores. Segundo Santos, que preside o TRE do Rio Grande do Norte, isso se deve à "atual situação nacional de menos impunidade, menos transgressão às leis e mais rigor ao controle de candidato".
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"Este ano, vai se gastar bem menos do que na última eleição. Há um controle maior de caixa 2, ações policiais e efetivações de corrupção. A minha impressão é que os candidatos terão de ter mais cuidado, porque, realmente, a Polícia Judiciária Eleitoral é a Polícia Federal. Com essa sincronia entre Justiça Eleitoral, Receita Federal e Polícia Federal, me parece que haverá de inibir eventuais transgressões", afirmou.
De acordo com Santos, os TREs estão tendo muitas consultas para saber o que é permitido ou proibido durante a campanha. "Está tendo muito trabalho de advogados, muito trabalho preventivo. O juiz eleitoral tem de trabalhar de forma preventiva."
Segundo o presidente do Colégio de Presidentes de TREs, as campanhas "cada vez mais vão se concentrar no horário gratuito - do rádio e da televisão".
Rio Grande do Norte
Aqui no Rio Grande do Norte (onde Santos é presidente do TRE), estamos tentando estender o horário gratuito a pelo menos seis cidades. "Essa é uma forma de canalizar a energia dos candidatos para o horário gratuito."
Além de Natal e Mossoró, que têm transmissão própria, os eleitores dos municípios de Açu, Caicó, Ceará-Mirim, Macaíba, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante também poderão ver na televisão os candidatos das suas cidades.
Redação Terra
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