Mato Grosso do Sul

Quarta, 9 de julho de 2008, 15h39 Atualizada às 16h00

Campo Grande: candidatos prevêem gastar R$ 14,2 mi

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Alvaro Marzochi
Direto de Campo Grande

Os cinco candidatos que disputam a prefeitura municipal de Campo Grande (MS) pretendem gastar cerca de R$ 14,2 milhões na campanha eleitoral 2008. Os valores foram estimados no sistema do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS).

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O atual prefeito, Nelson Trad Filho, que tenta a reeleição pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), projetou a campanha em R$ 8,5 milhões, o maior valor entre os concorrentes. Ele encabeça uma coligação composta por 19 partidos e dará início oficialmente à corrida eleitoral amanhã, quando retorna de uma viagem a Washington, nos Estados Unidos.

O deputado estadual Pedro Teruel, candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT), fica em segundo nos gastos, com estimativa de R$ 4 milhões. A coligação, que conta com PCdoB e PSL, busca fazer frente ao PMDB, que está no poder desde 1996.

Iara Costa, do Partido da Mobilização Nacional (PMN), a única mulher a disputar a prefeitura de Campo Grande, estimou sua campanha em R$ 1,5 milhão. Já o Partido Socialismo e Liberdade (Psol), que lançou na disputa o nome do funcionário público federal Henrique Martini, fez uma projeção de R$ 200 mil. Na lanterna está Suél Ferranti, que adiantou que os gastos do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) devem girar em torno de R$ 50 mil.

Segundo a legislação eleitoral, pessoas físicas e jurídicas podem doar recursos para campanhas, respeitando a margem de até 10% e 2%, respectivamente, do ganho anual bruto no ano anterior à eleição. Cada partido também deve fixar os gastos máximos com as campanhas, que só podem ser alterados em casos especiais, com autorização da Justiça.


Redação Terra