
O médium brasileiro Chico Xavier, morto há exatos 10 anos neste 30 de junho de 2012, é mundialmente conhecido por sua obra literária psicografada e pelo auxílio espiritual prestado às pessoas que o procuravam. Mas você sabia que ele também foi indicado ao Nobel da Paz?
Em 1980, por iniciativa de Augusto Cesar Vanucci, então diretor da TV Globo, começou um movimento para propor a candidatura de Chico para a premiação do ano seguinte. Listas percorreram o País e receberam cerca de dois milhões de assinaturas pedindo a candidatura do médium, que foi aceita. Ele não ganhou o prêmio, concedido em 1981 ao Alto Comissariado da ONU para Refugiados.
Nascido em 2 de abril de 1910 em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, e radicado em Uberaba desde 1959, o médium faleceu em 30 de junho de 2002. Chico começou a psicografar seu primeiro livro em 1931, Parnaso de Além-Túmulo, publicado no ano seguinte pela Federação Espírita Brasileira. O mineiro possui mais de 400 livros psicografados e editados. Segundo informações da prefeitura de Minas, em 2000, o médium foi escolhido "O Mineiro do Século", e o Governo do Estado de Minas Gerais instituiu a "Comenda da Paz Chico Xavier", outorgada anualmente a pessoas ou entidades que trabalham pela paz.
- Neste 30 de junho de 2012 fazem exatos 10 anos da morte de Chico Xavier Foto: Acervo/Federação Espírita Brasileira / Divulgação
- O médium brasileiro é conhecido por sua obra literária psicografada e pelo auxílio espiritual prestado às pessoas que o procuravam na Casa da Prece, em Uberaba, Minas Gerais, mas você sabia que ele foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz? Foto: Acervo/Federação Espírita Brasileira / Divulgação
- Em 1980 teve início um movimento para propor a candidatura de Chico para a premiação do ano seguinte Foto: Acervo/Federação Espírita Brasileira / Divulgação
- Listas percorreram o Brasil e receberam cerca de dois milhões de assinaturas pedindo a candidatura do médium, que foi aceita Foto: Acervo/Federação Espírita Brasileira / Divulgação
- O médium não ganhou o prêmio, concedido em 1981 ao Alto Comissariado da ONU para Refugiados Foto: Acervo/Federação Espírita Brasileira / Divulgação

