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 Matemática é eleita a vilã do 1° dia de provas na UFSCar
13 de dezembro de 2009 16h54 atualizado às 18h09

Os candidatos a uma vaga na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) afirmaram que matemática foi a vilã do primeiro dia de provas. Segundo eles, as provas de português, inglês e redação estavam mais acessíveis. Os testes foram aplicados no Campus Paraíso da Unip, em São Paulo.

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A entrada do vestibular da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realizado na tarde deste domingo no campus Paraíso da Universidade Paulista (Unip), em São Paulo, teve corre-corre, confusão e, com o fechamento dos portões, o choro dos candidatos que perderam a prova.

A candidata a uma vaga em medicina Fernanda Ranher, 18 anos, afirmou que matemática pode comprometer sua vaga. "Tenho muita dificuldade e acho que não estudei o suficiente", disse. Ela afirma ter chegado com 20 minutos de antecedência para evitar a complicação do trânsito.

O pretendente a uma vaga em agronomia na UFSCar, Erick Cardoso, 17 anos, acredita no desempenho da prova desta segunda-feira para conquistar a vaga. "Acho que fui bem, apesar de matemática. Tudo vai depender de como for amannhã", disse.

A fisioterapeuta Fernanda Carboneri, 22 anos, que também concorre a medicina, afirma ter ido bem nas provas de português e inglês e teme pelo desempenho em matemática, apesar de um ano de cursinho. "Todo mundo está reclamando de matemática? Que bom, então!", disse.

Para ficar com uma vaga em Engenharia da Física, o estudante Frederico Pontes, 18 anos, aposta em seu desempenho nas exatas. "Acredito que a prova foi difícil, mas não mais do que se esperava", disse.

O estudante Fernando Henrique Martins, 21 anos, avaliou o tema "trabalho" da redação como um dos mais fáceis dos últimos tempos em vestibulares. "Foi um dos temas mais fáceis em pelo menos três anos", disse. Ele avalia que a parte de geometria analítica da prova de matemática tenha sido a mais difícil.

Acreditando em um mau desempenho na prova de redação e matemática, Isabella Mashiba, 17 anos, diz que os textos de ambas estavam confusos. "Os gráficos eram muito difíceis. Pelo menos tem o Enem", acredita.

Redação Terra