RS: professores farão paralisação para cobrar reajuste imediato

RS: professores devem parar para cobrar reajuste imediato

10 dez 2012
12h01
atualizado às 12h05

Professores estaduais do Rio Grande do Sul - ligados ao Centro dos Professores do Estado (Cpers/Sindicato) - vão paralisar as atividades na quarta-feira, 12 de dezembro, quando os deputados estaduais votam, em regime de urgência, o projeto de parcelamento do reajuste salarial até o final de 2014 proposto pelo governador Tarso Genro. Os educadores cobram um reajuste emergencial e imediato de 28,98%.

A mobilização foi aprovada em assembleia geral realizada na Praça da Matriz, em Porto Alegre, no dia 29 de novembro. A categoria aprovou a cobrança de um reajuste emergencial e imediato de 28,98%, sem, no entanto, abrir mão da luta pela implementação do piso salarial.

Os educadores não aceitam a proposta apresentada pelo governo de parcelamento do reajuste. Encaminhado em regime de urgência, a proposta elaborada no Palácio Piratini prevê o pagamento do índice de 28,98% até o final de 2014. A categoria decidiu que, além do governo, irá pressionar os deputados estaduais e os partidos que integram a sua base na Assembleia Legislativa.

Segundo o sindicato, o regime de urgência serve, exclusivamente, para impedir que o debate aconteça na sociedade. "Nada justifica a urgência em um projeto que prevê a diluição do reajuste ao longo de dois anos. A manobra é entendida pela categoria como uma forma de o governador dizer que o piso não será pago ao longo do seu governo", diz a nota.

Fonte: Terra

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