Em assembleia realizada nesta quinta-feira, s professores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) rejeitaram a proposta do governo e votaram pela manutenção da greve. Segundo a Associação dos Docentes da instituição, a proposta "cria distorções dentro da carreira, pois dá um aumento maior para quem está no topo".
Veja onde há greve de professores de universidades e institutos federais
O resultado do encontro será encaminhado ao Comando Nacional de Greve do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN) junto às definições das assembleias das demais instituições.
Uma das críticas feitas pela associação é que a atual proposta do governo considera o professor titular como cargo isolado, já que permite alcançar o último nível da carreira pela progressão ou pelo concurso específico para o cargo. Na proposta apresentada pelos professores da UFRJ consta a aceitação do piso oferecido pelo governo.
Entenda a proposta do governo
O governo federal apresentou no dia 24 de julho uma nova proposta às entidades que representam os professores universitários em greve desde 17 de maio. Os aumentos, que serão escalonados durante os próximos três anos, começam a vigorar a partir de março de 2013. Na proposta anterior, feita no último dia 13, o aumento iria vigorar a partir de julho. Veja no quadro abaixo as duas propostas:

