Vinte dos maiores especialistas brasileiros em educação tomaram posse, nesta quinta-feira, no Conselho Permanente de Educação criado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A educação é uma das prioridades da instituição, indicada no Mapa Estratégico da Indústria 2007-2015, que define objetivos e programas capazes de transformar o País numa economia competitiva.
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Entre os conselheiros estão dois ex-ministros da Educação, Cristovam Buarque e Paulo Renato de Souza, a secretária de Educação do Estado de São Paulo, Maria Helena Guimarães de Castro, a ex-secretária de Cultura de São Paulo Cláudia Costin, hoje na Fundação Vitor Civita, e o ex-secretário de Educação Continuada do Ministério da Educação Ricardo Henriques, atual diretor do BNDES. O órgão será coordenado pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouveia Vieira.
Objetivos
O Conselho Permanente de Educação foi criado para oferecer ao Estado e à sociedade estudos sobre a educação no país; recomendar ações; identificar e apoiar a difusão de boas práticas de ensino e aprendizagem; e propor medidas para o fortalecimento da Educação Básica, Profissional e Superior.
"A indústria brasileira é dinâmica e para ser ainda mais competitiva tem de ser uma indústria de classe mundial. Um dos caminhos para isso é a educação, que é um dos pilares essenciais da atuação do setor visando à inovação tecnológica", afirma o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto.
"A educação é o principal insumo da indústria moderna, Produtividade e competitividade resultam de tecnologias e administração, mas ambas dependem de educação de boa qualidade constata o consultor José Pastore, professor da Universidade de São Paulo".















