Com alojamento precário, UFRJ pode ser processada

01 de julho de 2009 • 10h39 • atualizado às 10h39

Vistoria da Defensoria Pública da União no alojamento estudantil da UFRJ no Fundão nesta terça-feira encontrou infiltrações, mofo, superlotação, falta d¿água e risco de incêndio.

"As condições submetidas aos alunos são precárias", constatou o defensor André Ordacgy. O reitor Aloízio Teixeira terá um prazo para sanar os problemas. O órgão acena com uma ação civil pública em caso de descumprimento.

Nos quartos, que também servem de cozinha e área de serviço, botijões de gás estão muito próximos aos fogões. "Os corredores não têm extintores. Uma explosão será fatal", constatou Ordacgy. "Já tivemos de nos unir e pagar por alguns reparos", desabafou a aluna Priscilla dos Santos, 20 anos.

Em nota, a reitoria informou que a escassez de verbas dificultou a manutenção do alojamento, erguido em 1970, mas que nenhuma obra emergencial deixou de ser feita.

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