O Órgão Especial do Tribunal de Justiça aceitou na tarde desta segunda-feira a manifestação da Procuradoria Geral do Estado que pedia o adiamento da validade da liminar que determinava a inconstitucionalidade da lei de cotas do Estado do Rio.
Com a decisão, os vestibulares da Uerj, Uenf, e Uenzo serão regidos pela lei que estipula cotas para negros, indígenas, estudantes da rede pública e pessoas com deficiência.
Mais uma vez, a decisão dividiu desembargadores que por maioria aprovaram a solicitação do estado. Entidades representativas de movimentos negros comemoraram a decisão. O deputado estadual Flávio Bolsonaro, autor do mandado de segurança que pedia a anulidade da lei de cotas, afirmou que vai recorrer.
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