Intercâmbio é boa opção para quem não passou no vestibular

24 de março de 2009 • 17h02 • atualizado às 17h02

Você passa o ano inteiro debruçado em livros, apostilas e invade madrugadas decorando fórmulas, datas e outras informações essenciais para o vestibular. Tanto empenho e dedicação seguidos de uma maratona de provas e na lista dos aprovados não consta o seu nome.

E agora? Essa é a pergunta que passa pela cabeça de todos os vestibulandos que levam esse balde de água fria. Enquanto muitos amargam os resultados, outros já pensam em vencer os obstáculos da reprovação e aproveitar o ano de forma produtiva.

Uma boa opção para quem quer utilizar bem esse tempo e reforçar o inglês é realizar o Gap Year, um programa de intercâmbio para estudantes que pretendem ficar um ano no exterior e, além de estudar, também ter condições legais para trabalhar.

De acordo com Renata Baldini de Mattos, consultora de cursos da Intercâmbio Global, o principal objetivo do Gap Year é o estudo do idioma, mas com a possibilidade de trabalhar o estudante tem a oportunidade de praticar o que aprende em sala de aula do curso.

"Geralmente o estudante conseguem trabalhos na área de serviços, como restaurantes, bares, mercados, hotéis e lojas. Como é um curso de longa duração, existe a possibilidade de o aluno desenvolver as habilidades em torno do idioma e conseqüentemente conseguir melhores oportunidades de trabalho", explica a consultora.

Renata conta que o custo do Gap Year é mais vantajoso e explica que o tipo de trabalho e remuneração variam de acordo com o país, a cidade e, principalmente, o nível de conhecimento do idioma.

Para a psicopedagoga Luciana Mitri, passar por uma experiência no exterior é uma oportunidade única, já que o estudante tem a possibilidade de vivenciar novas culturas, ter contato direto com as tradições e com a organização sócio cultural de outro país.

"Ter uma experiência internacional é ter a possibilidade de experimentar o diferente. Vivemos em um grande espaço, dividido em grupos com costumes e modos diferentes de resolver questões do cotidiano. Poder conhecer, viver e aprender a solucionar estas questões culturais fazem destes jovens pessoas diferentes no futuro".

Redação Terra
 
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