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A vedete dos tratamentos é a acupuntura. As agulhinhas ganham adeptos em todas as áreas da saúde, por dois motivos, segundo a coordenadora da pós-graduação em acupuntura do Ibrate (Instituto Brasileiro de Therapias e Ensino) de Curitiba, Sandra Silvério Lopes. "A demanda da população por este tipo de atendimento vem crescendo", comenta. Os últimos dados do Ministério da Saúde, de 2007, confirmam a afirmação da professora. Eram mais de 800 municípios brasileiros que ofereciam o tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2007. No mesmo período, foram realizadas 385.950 consultas em acupuntura.
A segunda razão é ampliar as alternativas de emprego para os profissionais da saúde. "Ser especialista em acupuntura garante trabalho, já que transforma este profissional em autônomo", diz Sandra. Segundo dados do Ministério da Saúde, eram 376 profissionais de acupuntura no SUS em 2003; em 2007, já existiam 699 profissionais da área.
O pré-requisito para cursar pós em acupuntura é ser formado na área da saúde, já que é preciso ter conhecimento do corpo humano para exercer a prática. A pós do Ibrate, por exemplo, exige que o aluno seja graduado em uma das especialidades da saúde aceitas pelo instituto: fisioterapia, farmácia, enfermagem, medicina, psicologia, nutrição, odontologia, medicina veterinária, educação física, biomedicina e fonoaudiologia.
Entre as disciplinas oferecidas pelo Ibrate, acupuntura sistêmica chinesa, acupuntura auricular, quiroacupuntura, craneoacupuntura chinesa e japonesa, eletroacupuntura, acupuntura em estética e tratamento aplicados em distúrbios emocionais, ortopedia, pediatria, ginecologia, reumatologia e neurologia.
Redação Terra