Seguro-viagem é fundamental para estudar no exterior

16 de setembro de 2008 • 12h42 • atualizado às 12h42

De acordo com a Brazilian Educational & Language Travel Association (BELTA), o Turismo Educacional tem crescido ao longo dos anos. Nos últimos três anos, mais de 130 mil estudantes foram fazer cursos no exterior.

Por isso, quando um estudante decide fazer um curso fora do país, é preciso estar bem amparado para garantir o máximo em aproveitamento durante essa experiência internacional.

Não adianta definir curso, país, passagens, transporte, traslado, hospedagem, alimentação e passeios se o estudante não tiver contratado um seguro-viagem - serviço que cobre inúmeros imprevistos no exterior.

O seguro-viagem oferece assistência médica em caso de enfermidade ou acidente; cobertura de gastos com medicamentos e serviços odontológicos; ajuda em caso de perda de documentos; indenização suplementar à da companhia aérea por perda de bagagem; serviços de localização e identificação de bagagens; auxílio em problemas jurídicos; e, em caso de morte, traslados do corpo.

Quando viajou para a África do Sul, o intercambista Daniel Rocha sofreu uma inflamação na garganta e teve que utilizar o serviço. "O seguro deu total cobertura, médica e farmacêutica, durante todo meu tratamento", conta.

Como usar o seguro-viagem?
Para utilizar o seguro-viagem, o viajante deve ligar para a central de assistência da empresa que vendeu o seguro e solicitar a cobertura de acordo com o que for necessário.

"Quando solicitei meu seguro pude fazer uma chamada internacional à cobrar, tive atendimento em português e depois de tudo ainda fui procurado para saber se já estava medicado", conta Daniel Rocha.

Caso haja um impedimento na hora de contatar a empresa, o viajante deve procurar atendimento direto, pagar as contas e guardar as notas dos serviços para solicitar o reembolso total com a Seguradora.

Tarifas especiais para estudantes
O valor de um seguro-viagem varia de acordo com o tempo de permanência no exterior, por isso o estudante deve optar pelo serviço que melhor se adapte às suas necessidades.

De acordo com Cleber Maciel, supervisor aéreo da empresa Intercâmbio Global, em alguns países da Europa, o seguro-viagem é obrigatório desde o final de 2004, devido à assinatura do Tratado de Schengen. "O Tratado define um valor mínimo de cobertura para a permissão de entrada no país (¿ 30 mil, neste caso), mas os seguros para estudantes são bem mais em conta", explica.

A Intercâmbio Global é uma das operadoras que oferecem tarifas especiais em intercâmbios e cursos no exterior, devido uma parceria com a Intermac Assistence, empresa de assistência ao viajante.

De acordo com Wellington Morato, gerente geral da Intermac Assistence no Brasil, o valor pago por um seguro-viagem é muito baixo se analisar a relação custo-benefício. "Se uma pessoa contrata um seguro de 30 dias por U$ 65, por exemplo, ela terá uma cobertura de U$ 12 mil. É muito vantajoso", exemplifica.

Para mais informações acesse http://canaldecursos.terra.com.br

Redação Terra
 
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