O prêmio, foi criado em 1979 por iniciativa da organização. O júri internacional que escolheu os projetos vencedores disse que o programa "Alfabetizando com saúde" realiza uma "eficaz promoção da alfabetização como condição prévia para dividir uma educação sobre a saúde e prevenir as doenças".
A Unesco ressaltou "a excelente cooperação" estabelecida entre os órgãos municipais de Curitiba encarregados da saúde e da educação. Além do projeto brasileiro, outros três países, como Etiópia, África do Sul e Zâmbia, foram contemplados com prêmios.
Dois outros programas, do Marrocos e do Reino Unido, obtiveram menções honrosas. O Prêmio Unesco de Alfabetização Rei Sejong, criado em 1989, foi para o programa "Reflect and HIV/AIDS", da associação People's Action Forum, da Zâmbia.
Da África do Sul, a ONG Operation Upgrade recebeu um dos dois Prêmios Unesco-Confúcio de Alfabetização pelo projeto "Kwanibela". O outro prêmio ficou com o programa Adult and Non-Formal Education Association in Ethiopia (Anfeae), da Etiópia, pelo projeto "Literacy Plus".
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