Planejamento ajuda a evitar contratempos |
» Conheça as possíveis roubadas do
programa e saiba como sair delas
A primeira dica da gerente de produto da agência de intercâmbio CI, Fabiana Fernandes, é procurar uma agência ligada à International Au Pair Association , a Iapa (http://www.iapa.org), pois cada país tem uma legislação específica sobre este tipo de programa. A Iapa interliga toda a rede, ou seja, as agências, a organização que recepciona as intercambistas e as famílias. Nos Estados Unidos, o governo definiu regras que estabelecem tempo de trabalho, folgas e salário.
Uma viagem de aventura pode dar certo, mas o planejamento e a organização ajudam a evitar vários contratempos. As agências associadas proporcionam uma pessoa que orienta a intercambista no local, o que também serve para dar maior segurança. Outra vantagem é que há uma entrevista prévia, em que família e menina se conhecem e dão a aprovação final antes da viagem. "A preocupação principal deve ser fazer as perguntas para a família", ensina Fabiana.
Antes de pensar em entrar em um programa desses, faça uma pergunta bem simples para você mesma: você gosta e sabe lidar com crianças? Essa questão vai determinar se um au pair se encaixa no seu perfil. Algumas agências, caso da CI, exigem que se tenha 200 horas de experiência com crianças.
As adaptações não são apenas em relação às crianças. As famílias, principalmente nos Estados Unidos, têm carros grandes e automáticos, que as babás acabam tendo que pilotar. Por isso, busque treinar em algum modelo parecido antes de viajar. Outra questão relacionada ao automóvel é obedecer às regras de trânsito locais. Passar o semáforo no sinal fechado é errado e dá multa. Na CI, 95% das meninas, que devem ter idades entre 18 e 26 anos, optam pelos Estados Unidos, mas a empresa oferece ainda as alternativas de ir para a França ou Holanda.
Redação Terra