A principal atração da exposição da Ulbra é a transformação de latinhas em barras de alumínio para a indústria |
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É o caso da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) que, em parceria com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), realiza desde a última segunda-feira, no saguão térreo do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, uma exposição que busca o desenvolvimento sustentável de nossas cidades. A atividade ocorre até esta sexta-feira, das 9h às 19h, com entrada gratuita.
A principal atração é a transformação de latinhas de bebidas descartadas em barras de alumínio para a indústria. Além disso, o evento também traz banners e vídeos que demonstram práticas industriais, pesquisas acadêmicas e até mesmo um dos automóveis do Museu de Tecnologia da instituição.
O coordenador do curso de Engenharia Ambiental da Ulbra, Erwin Tochtrop, informou que cerca de 90% de todas as latinhas produzidas no Brasil acabam recicladas. A produção de alumínio, a partir da reciclagem, é dez vezes mais barata do que a mineração.
Apesar do importante trabalho de reciclagem, os organizadores da exposição lembram que as questões ambientais não avançaram na última década e as políticas de sustentabilidade se estagnaram.
Até mesmo a Alemanha, que era considerada a nação da sustentabilidade, deu sinais de paralisação ambiental, passando a tratar o lixo como fonte de renda. A organização da mostra considera um erro o estímulo à produção de lixo.
O Colégio Metodista Americano, em Porto Alegre, também busca levar um maior conhecimento sobre o meio ambiente e iniciativas de como preservá-lo aos estudantes de todas as idades. Por meio da Semana do Meio Ambiente, com o tema "Conhecer, Preservar, Sobreviver", a escola promove uma série de atividades ecológicas.
Entre as ações, está a campanha de coleta de óleo de cozinha usado, realizada pelos alunos da 3ª série do ensino fundamental, oficinas, debates, palestras, apresentação de filmes e exposição de materiais feitos a partir da sucata.
A campanha de coleta do óleo de cozinha tem postos de coleta abertos no colégio para toda a comunidade. Após ser recolhido, o produto pode ser reaproveitado como combustível de caldeira e na produção de biodiesel e sabão. Os pontos ficam nos prédios A e D (Rua Dr. Lauro de Oliveira, 71) do Colégio Americano.
Redação Terra