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O livro escolar, que somente será usado em escolas árabes, relata que os palestinos descrevem a independência de Israel como "al-Naqba", ou "A catástrofe".
A ministra da Educação, Yuli Tamir, disse que é importante refletir ambas as visões, israelense e palestina.
Ela disse ainda que o texto reconhecerá pela primeira vez a expulsão de palestinos e o confisco de muitas terras de propriedade de árabes após a independência.
Plano de partilhaO livro também diz que os líderes palestinos recusaram o plano de partilha das Nações Unidas de 1947 para a criação dos Estados de Israel e da Palestina, enquanto os líderes judeus o aceitaram.
A decisão do Ministério da Educação foi criticada por políticos da direita israelense, mas elogiada por árabes-israelenses, que pedem que os livros sejam usados em todas as escolas do país, não somente nas instituições árabes.
Os árabes-israelenses representam cerca de 20% da população de Israel.
BBC Brasil
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