Crianças de rua recebem alimento e educação em uma escola mantida pelo Programa Mundial de Alimentos e por uma agência de ajuda humanitária do Afeganistão; sem espaço para todos, alguns alunos sentam no chão para acompanhar os ensinamentos.
Foto: AP |Em uma pequena sala de aula, as crianças que vivem na rua se amontoam para receber os ensinamentos.
Foto: AP |Após trabalharem como carpinteiros, mecânicos ou vendedores de cigarro, as crianças vão para a escola na parte da tarde.
Foto: AP |Por causa da falta de fundos, o programa que atende as crianças de rua está ameaçado. Escolas de 34 províncias do Afeganistão não recebem mais merenda.
Foto: AP |Os estudantes não sabem até quanto poderão continuar recebendo os alimentos na escola, que também abastecem suas famílias.
Foto: AP |Os programas sociais dentro das escolas tentam resolver os problemas das famílias que vivem na rua no país.
Foto: AP |Na escola de estrutura simples, os pais são chamados para participar das atividades educativas.
Foto: AP |Após a aula, as pequenas Lailya (esq.) e Zainab (dir) carregam o alimento que vai atender suas famílias.
Foto: AP |Um aluno conta pedras como parte da lição de matemática no campo de refugiados do Congo. Veja fotos que mostram as condições de ensino em diversas escolas pelo mundo.
Foto: AFP |No Congo, crianças têm aula em uma tenda improvisada em campo de refugiados nas proximidades da cidade de Goma. No local, um professor voluntário trabalha para ensinar lições básicas aos alunos.
Foto: AFP |Estudantes das Filipinas, sem classes e cadeiras, utilizam o chão para fazer as lições em uma escola pública da capital Manila.
Foto: AFP |Professores e alunos cobram melhores condições na educação pública das Filipinas.
Foto: AFP |Pelo menos 28 milhões de estudantes retornaram às escolas nas Filipinas no dia 7 de junho para o ano 2011-2012.
Foto: AFP |Já na Alemanha, além da ótima estrutura das escolas, os estudantes utilizam o jogo de cubos para desenvolver o raciocínio e a criatividade. A iniciativa agradou os alunos na cidade de Dusseldorf, que testaram a brincadeira pela primeira vez no fim de 2010.
Foto: AFP |Na Tailândia, refugiados islâmicos do Mianmar tentam aprender em uma escola improvisada pelo governo.
Foto: AFP |As famílias das crianças fugiram dos conflitos no Mianmar e tentam reconstruir suas vidas.
Foto: AFP |Imagem feita em maio de 2011 mostra as crianças sentadas no chão e com um banco como classe na Tailândia.
Foto: AFP |Imagem feita em dezembro de 2010 mostra o robô Engkey, que dá aulas de inglês para alunos na Coreia. Pelo menos 30 robôs são utilizados nas escolas do país.
Foto: AFP |Jovens estudam em uma escola para meninas em uma região montanhosa do Paquistão. O exército do país organizou uma visita às escolas no começo de junho de 2011 para mostrar o aparente progresso da educação.
Foto: AFP |Escolas para meninas já foram vítimas de diversos ataques no Paquistão pelo grupo Talibã, que proibia a educação das mulheres .
Foto: AFP |Na Líbia, alunos são atendidos por voluntários no dia 1º de junho de 2011. Eles tentam manter as crinças engajadas em atividades educacionais.
Foto: AFP |Os voluntários fazem atividades para manter os estudantes da Líbia longe das disputas entre rebeldes e apoiadores do líder Kadhafi .
Foto: AFP |Em Cingapura os estudantes convivem com uma situação bem diferente. Sem guerras, os jovens aprendem o conteúdo por meio da tecnologia.
Foto: AFP |No país asiático, iPads e outros tablets substituem os cadernos em muitas das escolas. Na imagem de maio de 2011, as alunas utilizam o equipamento em uma aula de Arte .
Foto: AFP |Em Moçambique a realidade educacional é bem diferente. Imagem de maio de 2011 mostra as condições precárias de uma escola primária ondem jovens estudam à noite.
Foto: AFP |Carlos Francisco, 29 anos, dá aulas na escola primária do Triunfo, em Maputo. Com classes simples e um quadro negro, cerca de 60 estudantes acompanham a tarefa.
Foto: AFP |Após trabalhar o dia inteiro, moçambicano acompanha com atenção a lição deixada pelo professor no quadro negro.
Foto: AFP |Em meio à tragédia que abateu o Japão, alunos participaram de cerimônia de formatura no final de março no mesmo ginásio que abrigava 200 pessoas vítimas do tsunami em Sendai .
Foto: AFP |Mesmo com a tristeza pela morte de amigos com o tsunami, estudantes cumpriram mais uma etapa da vida escolar.
Foto: AFP |Alunos haitianos da quinta série estudam história durante as aulas na Royal Caribbean New School. A empresa de cruzeiro Royal Caribbean construiu a escola para cerca de 200 estudantes.
Foto: The New York Times |A escola em si é um refúgio limpo e seguro em relação às várias cidades vizinhas do Haiti onde vivem os alunos.
Foto: The New York Times |A situação em outras escolas do país é diferente. Na L'ecole Nationale Mixte a chuva passa pelo telhado, cancelando as aulas.
Foto: The New York Times |Na maioria das instituições de ensino do Haiti os alunos convivem com a estrutura é precária, com classes em péssimo estado e sujeira pelo chão.
Foto: The New York Times |Crianças dormem em sala de aula de escola primária em Hefei, província de Anhui. A educação dos filhos dos trabalhadores migrantes, que somam 240 milhões na China, é uma das principais preocupações do Conselho de Estado chinês
.
Imagens feitas no começo de junho mostram as condições enfrentadas pelos alunos da pré-escola que, segundo o conselho chinês, é o ponto mais fraco do sistema educativo do país.
Foto: Reuters |No condado de Min, província de Gansu, as crianças sofrem com a precariedade das escolas.
Foto: Reuters |Sem transporte escolar, as crianças chinesas caminham longas distâncias para chegar na escola.
Foto: Reuters |Repetidamente, líderes mundiais têm denúnciado a situação da educação na China.
Foto: Reuters |Crianças cantam durante a aula em uma escola rural da província de Gansu. A localidade é uma das áreas rurais mais pobres da China.
Foto: Reuters |No Brasil, uma escola particular do Rio Grande do Sul aposta em tecnologias para ensinar os alunos da educação infantil.
Foto: Stúdio Aronis/Divulgação |Os estudantes do Colégio Israelita, de Porto Alegre (RS), aprendem com o auxílio de tablets.
Foto: Stúdio Aronis/Divulgação |Também no Brasil, filhos de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) estudam em escola de lona improvisada à beira da BR-101 em Eunápolis (BA).
Foto: Joá Souza/Futura Press |O leitor biométrico registra os alunos presentes na Escola Municipal Roberto Mario Santini, em Praia Grande (SP). A tecnologia ajudou a diminuir a evasão escolar na cidade
.
- E-mail
- Redes sociais
Fechar