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27 de outubro de 2011 • 13h29 • atualizado às 13h36

Festa funk obriga mudança de locais de prova do exame da OAB

Festa funk obriga mudança de locais de prova do exame da OAB

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), responsável pela aplicação das provas do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), informou nesta quinta-feira que foram alterados dois locais de prova no Rio de Janeiro do 5º Exame de Ordem Unificado, que será aplicado no domingo. Segundo a FGV, o motivo foi evitar transtornos para os candidatos com a realização de uma festa funk na avenida Presidente Vargas.

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Na terça-feira, a prefeitura do Rio mudou o local do evento Rio Parada Funk, que seria realizado na avenida Rio Branco, para a Presidente Vargas, junto à Candelária. Os candidatos fariam a prova da primeira fase da OAB nas universidades Cândido Mendes (Ucam) e Gama Filho - campus Candelária, que ficam nas proximidades do local.

Com a mudança, todos os inscritos que fariam as provas nas duas instituições terão de acessar o site www.oab.fgv.br e imprimir o novo cartão de informação, com o endereço correto. Eles devem fazer a prova na Universidade Gama Filho, no campus Piedade (rua Manoel Vitorino, prédio AR e SD).

A FGV alertou ainda que os candidatos devem comparecer aos locais de prova com antecedência mínima de uma hora. O exame, com duração de cinco horas, terá início às 14h e será constituído de 80 questões objetivas. A segunda fase, que é a prova prático-profissional, ocorre no dia 4 de dezembro.

O gabarito preliminar da prova objetiva deverá ser divulgado às 22h do dia 30 de outubro e o resultado preliminar no dia 7 de novembro. O resultado definitivo da primeira fase será publicado no dia 21 de novembro.

STF considera prova da OAB constitucional
O exame deste domingo será realizado quatro dias após o Supremo Tribunal Federal rejeitar o recurso de um bacharel em Direito e considerar constitucional a realização da prova. O relator do caso, ministro Marco Aurélio Mello, defendeu o papel da OAB ao destacar que o exame assume o papel de "proteger a sociedade dos riscos relativos à má operação do Direito". A constitucionalidade da prova foi aprovada por unanimidade no plenário da Corte em sessão encerrada na noite de quarta-feira.

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