Guilherme Finotti, 20 anos, tem paralisia cerebral, mas desempenha suas atividades profissionais normalmente com a ajuda de um computador adaptado
Foto: Leonardo Rosa / Feevale / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/08/03/2478332-7160-rec.JPGNesta sexta, dia 3, o jovem se formou em Sistemas para Internet pela Universidade Feevale, em Novo Hamburgo (RS)
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/08/03/2478339-1306-rec.JPG"Não foi fácil chegar até aqui. Qualquer PCD (pessoa com deficiência) que chega onde estou, com certeza, em algum momento sofreu preconceitos. No meu caso não foi diferente", relata Guilherme
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/08/03/2478361-7045-rec.JPG"É claro que você nunca está preparado para isso (ter um filho com necessidades especiais), é uma coisa que acontece. No primeiro momento foi um choque, mas depois a reação foi de ir à luta. Hoje a gente diz que esse é um momento de glória", declara a mãe de Guilherme, Eunice
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/08/03/2478379-7491-rec.jpg"Apenas ando sobre uma cadeira de rodas e uso algumas adaptações que me ajudam em minhas atividades diárias, no resto, sou igual a você. Não me considero diferente de ninguém", afirma Guilherme
Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação http://img.terra.com.br/i/2012/08/03/2478373-5637-rec.JPG