- Urubus se alimentam de restos de peixes mortos na beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, cartão postal da cidade do Rio de Janeiro, que desde a última terça-feira (12) sofre com a alta mortandade de peixes, que teria sido causada pela falta de oxigênio na água Foto: Mauro Pimentel / Terra
- A mortandade de peixes já é a segunda maior da história na lagoa Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Os peixes mortos acabaram virando alimento para urubus, que contribuem para o intenso mau cheiro registrado no local Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Quem chega à lagoa se depara com o espelho d`água, em grande parte, coberto pelos inúmeros peixes mortos, de diversas espécies, como Manjubinha e Acará Foto: Mauro Pimentel / Terra
- As chuvas dos últimos dias - que teriam levado grande quantidade de matéria orgânica - também pode ter contribuído para a mortandade Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Urubus sobrevoam o local onde toneladas de peixes mortos refletem catástrofe ambiental que se repete por mais um ano na Lagoa Rodrigo de Freitas Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Em meio ao mau cheiro, pessoas andam no tradicional pedalinho da lagoa Foto: Mauro Pimentel / Terra
- As toneladas de peixes mortos na Lagoa Rodrigo de Freitas levaram mau cheiro a um dos cartões postais do Rio de Janeiro Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Fedor incomodou os frequentadores da Lagoa Rodrigo de Freitas e arredores Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Pelo terceiro dia consecutivo, a lagoa amanheceu coberta de peixes mortos Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Apesar da diminuição do número de animais em estado de decomposição, o problema ainda persiste Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Peixes mortos podem ser avistados em alguns pontos nas margens e próximo aos manguezais da lagoa Foto: Mauro Pimentel / Terra
- A Seletiva Nacional do remo voltou a sofrer com as más condições do local nesta sexta-feira Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Mesmo com as más condições e as reclamações dos atletas, as quartas de final da Seletiva Nacional do remo foram realizadas normalmente nesta manhã Foto: Mauro Pimentel / Terra
- A Lagoa Rodrigo de Freitas vai fazer parte das competições de remo e canoagem das Olimpíadas de 2016 Foto: Mauro Pimentel / Terra
- Funcionários da Comlurb, empresa responsável pela limpeza pública do Rio de Janeiro, trabalham no recolhimento de peixes mortos Foto: Mauro Pimentel / Terra
- O ambientalista Mário Moscatelli cobrou da secretaria municipal de meio ambiente ações preventivas quando os níveis de oxigênio tiverem em queda Foto: Daniel Ramalho / Terra
- A empresa responsável pela limpeza pública do Rio já retirou 65 toneladas e ainda está trabalhando para tirar os peixes mortos do espelho d'água da lagoa Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Os atletas que participam da seletiva para seleção brasileira de Remo, que começou nesta quinta-feira, saem misturados aos peixes mortos Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O presidente da Comlurb, Carlos Vinicius de Sá Roriz, estima que vai demorar pelo menos mais 24h para que a empresa de limpeza urbana consiga retirar todos os peixes mortos da lagoa Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Local é um cartão-postal do Rio de Janeiro Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Funcionários da Comlurb trabalham em turnos para retirar os peixes da lagoa Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Quem chega à lagoa se depara com o espelho d`água, em grande parte, coberto pelos inúmeros peixes mortos, de diversas espécies, como Manjubinha e Acará Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Pessoas que passavam pelo local paravam para fotografar o cenário catastrófico Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Uma nova mortandade de peixes é observada desde terça-feira, e segundo a secretaria municipal de Meio Ambiente, foi causada pelas chuvas dos últimos dias que teriam levado grande quantidade de matéria orgânica Foto: Daniel Ramalho / Terra
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Grande quantidade de peixes mortos chamou a atenção de frequentadores da lagoa Foto: Daniel Ramalho / AFP
- Várias toneladas de peixes mortos já foram retirados da Lagoa Rodrigo de Freitas Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Quantidade de peixes mortos impressiona Foto: Daniel Ramalho / Terra
- A mortandade de peixes já é a segunda maior da história na lagoa. Em 2009, a prefeitura recolheu mais de 100 toneladas no maior desastre ambiental em um dos cartões postais do Rio de Janeiro Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Mais de 100 garis da Comlurb trabalham na retirada dos peixes mortos Foto: Daniel Ramalho / Terra
- O problema aconteceu na mesma época do ano em 2012 Foto: Daniel Ramalho / Terra
- Três catamarãs foram deslocados para auxiliar na limpeza da lagoa Foto: Daniel Ramalho / Terra
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A chuva levou grande quantidade de matéria orgânica para a lagoa Foto: Douglas Shineidr/CPDoc / JB Online
- O problema afeta a lagoa todos os anos Foto: Douglas Shineidr/CPDoc / Terra
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Segundo a secretaria, nesta época do ano é mais comum a alta mortandade de peixes na lagoa Foto: Douglas Shineidr/CPDoc / JB Online
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Essa matéria orgãnica em decomposição consome o oxigênio necessário para a vida aquática Foto: Douglas Shineidr/CPDoc / JB Online
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Ainda de acordo com a secretaria, nesta tarde a situação era melhor, com níveis de oxigênio mais próximos do normal Foto: Douglas Shineidr/CPDoc / JB Online
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Funcionário da prefeitura retira peixes mortos da lagoa Foto: JB Online
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Foram retiradas 12 toneladas de peixes, sendo a grande maioria das espécies Savelha, Manjubinha e Acará, mais sensíveis às mudanças de condições do ambiente aquático Foto: AFP
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A mortandade de peixes que começou na terça-feira (12), na Lagoa Rodrigo de Freitas, se intensificou hoje Foto: AFP
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O espelho d'água da lagoa mais famosa da cidade foi coberto por peixes mortos, além de crustáceos como caranguejos e camarões Foto: AFP
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Homem usa rede para reirar os peixes Foto: AFP
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A coleta dos peixes está sendo feita desde o início da manhã por garis da Comlurb, inclusive no entorno da Lagoa Foto: AFP
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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) informou, em nota, que a Lagoa Rodrigo de Freitas é monitorada 24 horas por dia Foto: AFP
A Comlurb, empresa responsável pela limpeza pública do Rio de Janeiro, já retirou 65 toneladas e ainda está trabalhando para tirar os peixes mortos do espelho d'água da Lagoa Rodrigo de Freitas. Os índices de oxigênio na água, que chegaram a 4 ontem, caíram hoje com o tempo chuvoso na cidade e podem ter queda até mais acentuada, já que o sol não deve aparecer.
O ambientalista Mário Moscatelli cobrou da secretaria municipal de meio ambiente ações preventivas quando os níveis de oxigênio tiverem em queda. "Pode se pensar numa forma de previnir um problema desses. Havia muito peixe vindo à superfície que poderia ser retirado ainda vivo e consumido. Tinha robalo de 4 kg. É uma tristeza muito grande e a secretaria me garantiu que vai haver um estudo sobre os motivos desta mortandade", afirmou.
A mortandade de peixes já é a segunda maior da história na lagoa. Em 2009, a prefeitura recolheu mais de 100 toneladas no maior desastre ambiental em um dos cartões postais do Rio de Janeiro.
De acordo com presidente da Comlurb, Carlos Vinicius de Sá Roriz, vai demorar pelo menos mais 24 horas para a empresa de limpeza urbana conseguir retirar todos os peixes mortos da Lagoa. "Tivemos que preparar um reforço da operação. Começamos com 60 pessoas, três barcos, caminhões, mas vimos que não estávamos dando conta. Aumentamos para 160 o número de agentes de limpeza trabalhando aqui. Agora a finalização do trabalho vai depender do fim da mortandande dos peixes, o que acredito que deve acontecer porque choveu pouco, vai haver uma maré alta agora à tarde e os técnicos da prefeitura vão mexer nas comportas do canal do Jardim de Alah para oxigenizar mais a água."

