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Cuba vai defender desenvolvimento sustentável na Rio+20

13 jun 2012
15h59

O governo cubano anunciou que vai defender o desenvolvimento sustentável durante a Rio+20, que começou nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. Um comunicado divulgado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Cuba ressaltou que o país "não se deteve para alcançar um desenvolvimento econômico e social sustentável". As informações são da agência Ansa.

A ex-candidata à presidência e ex-ministra Marina Silva foi entrevistada pelo Terra TV nesta terça-feira. Em pauta, os avanços ambientais da Rio 92 à Rio+20
A ex-candidata à presidência e ex-ministra Marina Silva foi entrevistada pelo Terra TV nesta terça-feira. Em pauta, os avanços ambientais da Rio 92 à Rio+20
Foto: Daniel Ramalho / Terra

Dessa forma, o informe que Havana apresentará na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, chamada de Rio+20, contém detalhes "sobre os resultados do país em matéria ambiental e ratifica a vontade política do governo de colocar em prática estratégias para o desenvolvimento sustentável".

A nota diz ainda que, durante a cúpula, Cuba vai defender a ideia de que "sejam reconhecidos os direitos soberanos dos Estados sobre seus recursos naturais". A Rio+20 ocorre até o dia 22 de junho e deve reunir milhares de ativistas e líderes políticos, inclusive presidentes e primeiros-ministros.

Rio+20
A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável ocorre na cidade do Rio de Janeiro entre os dias 13 a 22 de junho e deverá contribuir para a definição da agenda de discussões e ações sobre o meio ambiente nas próximas décadas, com foco principal na economia verde e na erradicação da pobreza.

Assim chamada por marcar os 20 anos da realização da Eco92, a Rio+20 é composta por três momentos. De 13 a 15 de junho, representantes governamentais discutirão os documentos que posteriormente serão convencionados na Conferência. Entre 16 e 19, serão programados eventos com a sociedade civil. Já de 20 a 22 ocorrerá o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual é esperada a presença de diversos chefes de Estado e de governo dos países-membros das Nações Unidas.

Apesar dos esforços do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, vários líderes mundiais estarão ausentes, incluindo o presidente americano Barack Obama. Do lado europeu, ficam de fora a chanceler alemã Angela Merkel e o primeiro ministro britânico David Cameron. Para garantir a presença de países africanos e caribenhos, o Itamaraty, o Ministério da Defesa e a Embraer trarão as delegações de 10 deles.

Fonte: Terra

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