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 China se dispõe a aceitar novo pacto climático; EUA não cedem
05 de dezembro de 2011 17h03 atualizado às 17h41

Xie Zhenghua, vice-presidente da Comissão de Reforma e Desenvolvimento da China, afirma que país quer novo pacto, mas não antes de 2020. Foto: Reuters

Xie Zhenghua, vice-presidente da Comissão de Reforma e Desenvolvimento da China, afirma que país quer novo pacto, mas não antes de 2020
Foto: Reuters

A China deu novo fôlego à XVII Cúpula da ONU sobre Mudança Climática (COP-17) de Durban com sua disposição de assinar um futuro acordo legal de redução de emissões, enquanto os Estados Unidos seguem irredutíveis. A conferência entrou nesta segunda-feira em sua semana decisiva, já que amanhã começam as reuniões de alto nível, das quais devem participar 12 chefes de Estado de governo e 130 ministros.

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O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, entre outros, darão, em uma cerimônia oficial, a largada para as reuniões ministeriais. Na véspera dessa rodada de negócios, os delegados dos países redobraram hoje os esforços para entregar amanhã as minutas que serão analisadas pelos ministros.

A ministra de Relações Exteriores da África do Sul, Maite Nkoana-Mashabane, presidente da COP-17, espera "avançar tanto quanto for possível para não deixar trabalho demais para as reuniões de alto nível". Enquanto isso, a China, maior emissor de gases do efeito estufa do mundo, monopolizou a atenção da cúpula ao afirmar que seu país está disposto a aceitar um acordo legalmente vinculativo de redução de suas emissões poluentes.

O chefe da delegação chinesa, Xie Zhenghua, vice-presidente da Comissão de Reforma e Desenvolvimento da China (equivalente a um Ministério da Economia), ressaltou que esse passo aconteceria sob cinco condições. Entre essas condições estão a prorrogação do Protocolo de Kyoto; a aprovação do Fundo Verde para o Clima para as nações menos desenvolvidas; e a responsabilidade comum perante a mudança climática com exigências diferenciadas.

No entanto, Xie detalhou que a China não acolheria o possível acordo antes de 2020, quando vencem as ações voluntárias dos países em desenvolvimento recolhidas no Protocolo de Kyoto, que expira no final de 2012 e cuja prorrogação para um segundo período de compromisso se transformou em um dos desafios da COP-17.

Até agora, o país asiático havia se mostrado favorável a apoiar este tipo de acordos, mas sem se submeter a essa obrigação. Xie ressaltou que, por enquanto, aprovar uma segunda fase de Kyoto "é o mais importante" para a cúpula. O Protocolo, assinado em 1997 e que entrou em vigor em 2005, estabeleceu compromissos legalmente vinculativos de redução de emissões de gases do efeito estufa para 37 países desenvolvidos - e sem os EUA.

Os negociadores tentam fechar uma segunda fase que sirva de transição para um novo acordo internacional legalmente vinculativo. Os países em desenvolvimento consideram crucial que as economias ocidentais ratifiquem esse segundo período, mas Rússia, Japão e Canadá não querem renovar o tratado enquanto seus concorrentes comerciais - China, Índia e EUA - não assumirem compromissos similares.

As palavras do representante chinês foram bem recebidas por Nkoana-Mashabane, que disse que a China "está começando a responder perguntas sobre como assinar um segundo período" de Kyoto, enquanto outros países "devem pôr suas cartas sobre a mesa". A aparente flexibilidade chinesa contrastou com a rigidez dos EUA, cujo enviado especial para Mudança Climática, Todd Stern, frisou que seu país não assinará um novo acordo global de redução de emissões sem uma "paridade legal" com potências emergentes como China e Brasil.

Em entrevista coletiva na COP-17, Stern - cujo país se nega a um acordo global vinculativo antes de 2020 - salientou que é "crucial" que "todos os grandes atores" tenham "obrigações com a mesma força legal incondicional". Questionado sobre o anúncio da China, Stern se mostrou cauteloso. "Não falei hoje com a China. Falarei com eles amanhã", comentou.

O negociador americano não acredita em um novo acordo nesse momento para diminuir a emissão de gases do efeito estufa, porque os países emergentes "não estão preparados para uma paridade legal total e incondicional". Stern lamentou, além disso, que esteja acontecendo em Durban "um excesso de atenção" no caráter legalmente vinculativo de um novo pacto quando "o objetivo é atuar para reduzir as emissões".

A atitude dos EUA, segundo maior emissor mundial de gases do efeito estufa, foi hoje alvo das críticas de organizações ambientalistas como o Greenpeace, que lamentou a "obstrução" do país à luta contra a mudança climática. Segundo o diretor-executivo do Greenpeace, Kumi Naidoo, "chegou a hora de os EUA ficarem à margem" da negociação.

EFE
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  1. A presidente da Conferência sobre Mudanças Climáticas e ministra das Relações Exteriores da África do Sul, Maite Nkoana-Mashabane (dir.) , e a secretária executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Christiana Figueres (esq.), durante entrevista para a imprensa depois de fechado o acordo para prorrogar o Protocolo de Kyoto

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  2. Foto: Terra

  3. Ativista oferece champagne em crítica ao não andamento das discussões climáticas: "negócios como sempre"

    Reuters
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  4. Ativistas do Greenpeace fazem festa em protesto irônico em frente à sede da COP-17, em Durban

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  5. Foto: Arte/Terra

  6. Os países mais ameaçados pelo aquecimento global se rebelaram na sexta-feira contra uma proposta debatida na conferência climática da ONU em Durban, obrigando a anfitriã África do Sul a preparar novos textos-base, numa tentativa de evitar o colapso das negociações

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  7. Ativistas ambientais realizam uma vigília com velas do lado de fora do prédio onde ocorrem as negociações da COP-17

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  8. Delegados continuam as negociações durante a última noite da Conferência das Partes (COP-17)

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  9. Imagem do espaço dedicado ao prêmio "Fóssil do Dia", dado pelas ONGs aos países que atrapalham as negociações na COP-17

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  10. Nesta imagem divulgada pelo Greenpeace, Kumi Naidoo, o diretor executivo da Greenpeace Internacional, fala com ativistas no Centro Internacional de Convenções em Durban. Dezenas de ativistas organizaram uma manifestação fora do plenário principal da COP-17, mas a polícia da ONU interrompeu o protesto

    Foto: AP

  11. Ativistas do Greenpeace são escoltados na saída do Centro Internacional de Convenções em Durban, África do Sul, nesta sexta-feira

    Foto: AP

  12. os manifestantes criticaram a lentidão das negociações e a atuação dos Estados Unidos

    BBC Brasil
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  13. Uma ativista da instituição Oxfam finge comer um pedaço de carvão em protesto destinado a 17ª Conferência das Partes

    AFP
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  14. Foto: Terra

  15. O negotiator Todd Stern, dos Estados Unidos, discursou nesta quinta-feira durante a conferência do clima da ONU na África do Sul

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  16. Dois ativistas do Greenpeace disfraçados de árvores protestaram na tarde desta quinta-feira em Durban durante a COP-17

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  17. Um segurança retira a americana Abigail Borah, representante da organização SustainUS, depois que ela interrompeu o discurso do enviado especial dos EUA, Todd Stern, durante a COP-17

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  18. O novo ministro italiano do Meio Ambiente, Corrado Clini, falou nesta quinta-feira na conferência do clima que acontece na África

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  19. A ministra de Meio Ambiente brasileira, Izabella Teixeira, discursou no penúltimo dia da COP-17 em Durban

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  20. Foto: Terra

  21. Centenas de crianças formam uma cabeça de leão em uma praia em Durban para chamar a atenção para a questão ambiental

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  22. A ministra suéca do Meio Ambiente, Lena Ek, discursou durante encontro de alto nivel celebrado em Durban

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  23. O Primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg (e), e o secretário geral da ONU, Ban Ki-Moon, participaram nesta quarta-feira de um encontro celebrado no âmbito da COP-17

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  24. Foto: Terra

  25. O secretário de Relações Exteriores de Argentina, Alberto Pedro D'Alott, falou na terça-feira durante a COP-17 em Durban

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  26. Ban Ki-moon cobrou das nações ricas um acordo sobre o Protocolo de Kyoto durante a conferência do clima, na África do Sul

    AFP
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  27. Foto: Terra

  28. Ativistas ambientais usam máscaras com os rostos do Primeiro-ministro do Canadá, Stephen Harper (d), e do presidente da Comissão Europeia, Jose Manuel Barroso (e), durante manifestação em Durban, onde ocorre a conferência do clima da ONU

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  29. Simpatizantes da Assembleia de Mulheres Rurais dançam e cantam durante manifestação em Durban nesta segunda-feira

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  30. Um manifestante descansa junto a um cartaz do Greenpeace durante protesto em Durban

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  31. O vice-presidente da Comissão de Desenvolvimento Nacional e Reforma chinesa, Xie Zhenhua, concedeu entrevista durante a COP-17 nesta segunda-feira em Durban

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  32. Com faixas, ativistas protestam nesta segunda-feira na reunião dos líderes de governo na 17ª conferência das Nações Unidas sobre mudança climática

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  33. Ativistas do Greenpeace usam máscaras representando o presidente da comissão européia, Jose Manuel Barroso, e o primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, durante a reunião sobre o Clima, em Durban

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  34. Foto: Terra

  35. Criança brinca dentro de uma grande bola na área de brinquedos sustentáveis da XVII Cúpula da ONU sobre Mudança Climática (COP-17), em Durban

    Foto: AP



  36. Foto: Terra

  37. Ativistas pedem "justiça para o clima"

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  38. Manifestantes protestaram com diversas faixas em Durban

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  39. Ativistas protestam contra energia nuclear

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  40. Ativistas protestam no COP-17

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  41. Ativistas foram as ruas para protestar

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  42. Foto: Terra

  43. Ativistas realizam protesto nas ruas de Durban durante a COP-17

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  44. Policiais vigiam os manifestantes em Durban, na África

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  45. Ativistas de grupos civis participam nesta sexta-feira de protesto contra a celebração da conferência da ONU sobre mudança climática

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  46. Ativistas ambientais enterram a cabeça na areia em protesto contra países que não se comprometeram com as mudanças climáticas durante a COP-17

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  47. Manifestantes enterraram suas cabeças na areia durante protesto em Durban, na África

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  48. Estudantes protestam nesta sexta-feira na praia norte de Durban

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  49. O diretor adjunto de programas da Cruz Vermelha/Climate Centre Pablo Suarez demonstra jogos usados para educar as pessoas sobre mudança climática durante um evento paralelo à Conferência das Partes

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  50. Foto: Terra

  51. Manifestantes protestam contra os EUA e o Banco Mundial durante a conferência sobre mudança climática da ONU em Durban

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  52. Manifestantes protestaram nesta quinta-feira em Durban durante a COP-17

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  53. Ambientalistas carregam um caixão em manifestação contra o uso de combustíveis fósseis durante a conferência da ONU sobre mudanças climáticas

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  54. Ativistas ambientais protestaram contra o Banco Mundial em Durban, na África

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  55. O enviado dos EUA Jonathan Pershing falou nesta quinta-feira na COP-17

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  56. Foto: Terra

  57. Membros da Rede Ambiental Indígena protestam usando uma bandeira canadense durante a Cop-17

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  58. Ativista ambiental pinta painel durante manifestação em Durban em razão da reunião da ONU sobre o clima

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  59. Manifestantes preparam material para protesto durante o terceiro dia da Cop-17 na África

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  60. Ativista da Rede Ambiental Indígena segura um cartaz durante protesto em Durban, onde acontece a conferência da ONU sobre mudança climática

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  61. O negociador sobre o clima da União Europeia Artur Runge-Metzeger palestrou nesta quarta-feira durante a Cop-17 em Durban

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  62. A presidente da Cop-17, Maite Nkoana-Mashabane, falou nesta quarta-feira em entrevista coletiva ao lado da secretária-executiva da Convenção Quadro da ONU para a Mudança Climática, Christiana Figueres (e)

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  63. Foto: Terra

  64. Dois homens pedalam para acender um Baobab utilizando energias renováveis em Durban, na África do Sul

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  65. Ativistas protestam do lado de fora do centro de conferências onde acontece a reunião da ONU sobre as mudanças climáticas

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  66. Uma ativista ambiental escreve uma mensagem durante manifestação em Durban neste segundo dia de Cop-17

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  67. Manifestante descansa ao lado de um cartaz durante protesto em Durban, onde acontece a conferência da ONU sobre mudanças climáticas

    Foto: AP

  68. No segundo dia da Cop-17, manifestantes protestam em Durban, na África do Sul

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  69. Homem visita a instalação de arte "Entre a terra e as nuvens", do artista nigeriano Bright Ugochukwu Eke, que faz parte da exposição 'Don't Panic' na Galeria de Arte de Durban, onde ocorre até o dia 9 de dezembro a Cop-17

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  70. A miss água África do Sul Kirsten Dukes posa em frente de um banner durante um protesto de ativistas ambientais em Durban

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  71. Ativistas ambientais estão mobilizados em Durban durante a conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a luta contra as mudanças climáticas

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  72. Um jovem masai se une aos protestos que acontecem na parte de fora do Centro Internacional de Convenções, em Durban, onde ocorre a Cop-17

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  73. O vice-secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (WMO, sigla em inglês), Jerry Lengoasa, falou nesta terça-feira durante coletiva de imprensa na Cop-17

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  74. Manifestantes promovem o uso de energia solar e eólica com a colaboração de moradores de Durban

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  75. Os ativistas ambientais protestaram do lado de fora do centro onde ocorre a convenção sobre o clima em Durban, na África

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  76. Ativistas do Greenpeace vestidos como árvores protestam contra o desmatamento da Amazônia durante o segundo dia da Conferência das Partes (Cop-17) em Durban

    Foto: AP



  77. Foto: Terra

  78. A conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a luta contra as mudanças climáticas começou nesta segunda-feira na cidade de Durban, na África do Sul. O objetivo do encontro é dar um novo estímulo às negociações sobre o protocolo de Kyoto.
    Dos 194 países membros da ONU, 183 participam na conferência

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  79. Membros da Caravana Trans-africana da Esperança levantam cartazes sobre o clima durante a COP-17

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  80. Um homem pedala durante a COP-17, em Durban, para gerar eletricidade e ligar as luzes da árvore de baobá construída

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  81. Pessoas se manifestam com cartazes durante a conferência da ONU, em Durban. Inspirado pelo movimento Ocupem Wall Street, eles pedem justiça climática

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  82. O presidente sul-africano Jacob Zuma e a secretária executiva da Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) Christiana Figueres aguardam o início da sessão plenária de abertura da COP-17

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  83. Christiana Figueres durante abertura da 17ª Conferência das Partes (COP-17), em Durban

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  84. A Secretária Executiva da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) Christiana Figueres (esq.) fala durante entrevista à imprensa ao lado presidente Maite Nkoana-Mashabane (dir.) no início da 17ª Conferência das Partes (COP-17)

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