O ministro de Estado para as Antiguidades, Zahi Hawass, e o diretor da restauração do barco solar, Sakuji Yoshimura, professor da Universidade Waseda no Japão, foram os encarregados de apresentar o projeto aos cerca de cem jornalistas. Japoneses e egípcios colaboram desde 2009 no estudo e conservação do barco, de 40 metros de comprimento e cinco de largura, que permanece em uma câmara subterrânea coberta por blocos de pedra de ao menos 16 toneladas.
A embarcação foi descoberta em 1954 junto ao primeiro bote, também de Quéops, que está em exposição em um museu ao lado da grande pirâmide em Giza. Ao contrário do primeiro, os arqueólogos decidiram não retirar os blocos de pedra que o cobriam para não causar danos e realizaram todos os estudos utilizando ondas eletromagnéticas e sondas para fazer amostras da madeira de cedro do Líbano do qual foi feito o barco para estudá-las.

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