China, Bélgica e Grã-Bretanha declararam imediatamente que não se sentem comprometidas com a declaração da ONU, que não é vinculante. A administração do presidente americano, George W. Bush, fez uma vigorosa campanha pela proibição total da prática.
Durante os debates, os 191 países-membros da ONU se pronunciaram unicamente contra a clonagem com fins reprodutivos. Mas muitos - a maioria cientistas - são favoráveis à clonagem terapêutica para pesquisas com células-tronco, na esperança de um dia descobrirem remédios para doenças como o mal de Alzheimer ou lesões na medula espinhal. Vários países muçulmanos se abstiveram de votar porque não chegaram a um consenso sobre o tema.
O embaixador britânico na ONU, Emyr Jones Parry, condenou, sem citar nominalmente os Estados Unidos, "a intransigência daqueles que não estão dispostos que outros Estados soberanos" possam defender a clonagem com fins terapêuticos.

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