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 Arqueólogos estudam múmias de 2,6 mil anos
02 de março de 2005 08h51 atualizado às 08h51

O arqueólogo egípcio Osama el-Shemi trabalha em um dos caixões . Foto: AP

O arqueólogo egípcio Osama el-Shemi trabalha em um dos caixões
Foto: AP

Os arqueólogos estão estudando as múmias egípcias de cerca de 2,6 mil anos atrás descobertas há alguns dias próximo às pirâmides de Saqqara, a 25 quilômetros de Cairo. As relíquias foram consideradas as mais preservadas múmias pelo chefe do Conselho Supremo do Egito, Zahi Hawass.

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    Os três caixões pertenciam à 26ª Dinastia (664-525 a.C.). A 26ª Dinastia comandou o Egito antigo imediatamente antes de os persas ocuparem a área por cerca de 80 anos. "Em um deles (caixões) há uma das múmias da 26ª Dinastia mais preservadas que já foram encontradas", explicou Hawass.

    Dois dos caixões continham múmias de homens, enroladas em linho. O terceiro caixão, que estava em piores condições do que os outros, tinha uma mulher mumificada.

    As múmias serão exibidas em um novo museu que receberá o nome de Imhotep, que construiu a primeira pirâmide egípcia. O museu será aberto em Saqqara dentro de três meses, disse Hawass. No ano passado, arqueólogos franceses e egípcios descobriram mais de 50 múmias do mesmo período enterradas na mesma área.

  • Reuters
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