Até o momento, as terapias de combate à Aids tentam matar o vírus presente nas células, com o risco de um retorno da infecção se o tratamento for interrompido ou se o vírus se tornar imune.
O cientista Abraham Loyter explicou ao Haaretz que ao fim de duas semanas, as células tratadas não reapareceram, "pelo que se pode chegar à conclusão de que foram destruídas".
Em um artigo publicado na edição de 19 de agosto da revista científica britânica Aids Research and Therapy, a equipe isralense, composta por Aviad Levin, Zvi Hayouka, Assaf Friedler e Abraham Loyter, afirma que as pesquisas podem "resultar eventualmente em uma nova terapia geral" contra a Aids.

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