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Especialistas encontram restos de cachorro doméstico na Alemanha

3 ago 2010 - 10h09
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Paleontólogos alemães da Universidade de Tübingen, no sudoeste da Alemanha, identificaram os restos mais antigos conhecidos de um cachorro domesticado, com 14 mil anos.

Um porta-voz da universidade informou hoje que se trata de parte da mandíbula superior de um cão que foi achada em uma caverna de Kesslerloch, no cantão suíço de Schaffhausen.

O achado paleontológico foi realizado em 1873, mas só agora os arqueólogos e paleontólogos alemães Hannes Napierala e Hans-Peter Uerpmann identificaram como sendo do cachorro mais antigo do mundo.

Segundo as análises, a mandíbula tem entre 14,1 mil e 14,6 mil anos, um tempo no qual os homens primitivos eram caçadores e recolectores.

Os dois analistas baseiam sua análise no momento de identificar os restos do animal como os de um cachorro pelo fato de suas presas serem menores do que a dos lobos primitivos, encontradas na mesma caverna.

Diferenças apreciáveis se podem observar nos restos dos dentes e no formato da mandíbula, assinalaram os analistas.

Napierala e Uerpmann consideram que o achado confirma que a domesticação de cães já ocorria há 14 mil anos.

EFE   
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