Há 17 anos Daria Dal Zuffo, de 61 anos, convive com a aids. "Eu era casada há 30 anos quando descobri que estava infectada pelo vírus. Contraí dentro de casa".
Daria e o marido só ficaram sabendo quando um de seus filhos sofreu um acidente e eles tiveram de fazer exames porque iriam doar sangue. "Sofremos muito. Morávamos no interior do Estado, optamos por mudar de cidade", lembra. Hoje, ela vive em Belo Horizonte (MG) e atua nos movimentos Nacional Cidadã Posithiva e Latino-Americano e Caribenho de Mulheres Soropositivas.
Daria comemora avanços no tratamento da aids e o que classifica como privilégio na assistência a portadores no Brasil. "Quem aprende a buscar dignidade e respeito da sociedade, pode ter uma vida normal, com família, trabalho, namoro, filhos", afirma. Para ela, é preciso que os portadores saibam que "são menos vítimas, e mais cidadãos".
Daria e o marido só ficaram sabendo quando um de seus filhos sofreu um acidente e eles tiveram de fazer exames porque iriam doar sangue. "Sofremos muito. Morávamos no interior do Estado, optamos por mudar de cidade", lembra. Hoje, ela vive em Belo Horizonte (MG) e atua nos movimentos Nacional Cidadã Posithiva e Latino-Americano e Caribenho de Mulheres Soropositivas.
Daria comemora avanços no tratamento da aids e o que classifica como privilégio na assistência a portadores no Brasil. "Quem aprende a buscar dignidade e respeito da sociedade, pode ter uma vida normal, com família, trabalho, namoro, filhos", afirma. Para ela, é preciso que os portadores saibam que "são menos vítimas, e mais cidadãos".
- Redação Terra


Assista agora »
Assista agora »
