Apesar da verba ter sido repassada, não há sinais de obras no mausoléu
Foto: EFE
Apesar de ter recebido subsídio de milhões de euros para a restauração de suas sepulturas, o mausoléu chinês Maoling não apresenta sinais de que o trabalho de manuntenção esteja sendo realizado.
O mausoléu, túmulo de Xianzong Zhu Jianshen, quinto imperador da dinastia Ming, está situado a 40 km de Pequim e, desde 2003, é reconhecido como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.
Segundo informações da agência Efe, a previsão era de que as obras ocorressem entre 2006 e 2010.
- Redação Terra

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