Zhang, uma médica de 49 anos, foi dada de alta do hospital ontem, mas teve que ser levada a outra clínica, onde prosseguirá o tratamento para as doenças que sofria antes de contrair a Sars. Nenhum outro caso da Sars surgiu na China durante quase três semanas, e a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou esta semana que o último surto da doença foi "contido".
Especialistas da OMS continuam, no entanto, investigando qual foi a origem do vírus, que afetou sete pessoas em Pequim e duas na província de Anhui, das quais uma morreu. Os pesquisadores concentraram suas suspeitas no Instituto de Virologia de Pequim, onde trabalhavam os dois primeiros casos, mas várias semanas de estudo ainda não concluíram como aconteceu o contágio.
A OMS afirma que este último surto é uma boa oportunidade para revisar os procedimentos de biossegurança dos laboratórios e instituições que trabalham com o coronavírus da Sars. A epidemia da Sars causou alarme mundial no ano passado, quando 774 pessoas morreram (a maioria na China) e mais de 8 mil se viram afetadas por esta doença em cerca de 30 países, segundo a OMS.

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