Os cientistas cubanos rejeitaram o uso da clonagem com fins reprodutivos mas apóiam sua utilização terapêutica. "Tanto a posição oficial de nosso país, como os cientistas cubanos que trabalhamos nesta esfera, rejeitamos como inaceitável, a clonagem humana com fins reprodutivos", disse o subdiretor do Centro de Engenharia Genética e Biotecnologia, Carlos Barroto.
No entanto, Barroto apoiou o desenvolvimento da clonagem com propósitos terapêuticos e disse que técnicas como a utilização das células-mães "ainda está em fase de desenvolvimento, não está disponível e nós somos muito cuidadosos em não criar falsas expectativas sobre o que estamos fazendo".
Sergio Arce, chefe do departamento de imunologia do Instituto de Nefrologia, explicou que os cientistas cubanos enviarão uma declaração às Nações Unidas explicando esta posição.
"Cuba apóia a proibição mundial da clonagem reprodutiva de seres humanos, e solicita que a clonagem não reprodutiva, tanto com fins de pesquisa como terapêuticos seja excluída desta proibição", assegurou Arce.




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