Em sua opinião, isto seria muito perigoso e eticamente inaceitável e a isso seria preciso acrescentar o perigo de que nascessem seres humanos com defeitos. Sobre o uso terapêutico da clonagem, afirmou que a OMS estuda as implicações científicas e éticas, entre outras, antes de pronunciar-se.
Lee também se referiu à gripe do frango, afirmando que espera que a situação se acalme na Ásia e não que não seja preciso restringir as viagens aos países afetados. Ele explicou que a OMS apóia, em colaboração com empresas farmacêuticas, o desenvolvimento de vacinas e remédios contra a infecção e disse que a transmissão entre pessoas ainda não ocorreu.
Lee, que visita a Espanha pela primeira vez desde sua nomeação, em julho passado, participou hoje da 11ª Conferência Internacional de Autoridades Reguladoras de Remédios. Durante seu discurso, defendeu um sistema de regulação internacional sobre os remédios comum a todos os países, que assegure a eficácia, controle e segurança dos mesmos.
Lee falou dos riscos da crescente utilização de remédios à base de plantas e sem controle e da falsificação de remédios. Além disso, manifestou sua preocupação com as reações aos medicamentos, que são a quinta principal causa de mortes nos EUA.
Falou ainda sobre o programa desenvolvido pela OMS para que três milhões de pessoas dos países em desenvolvimento tenham acesso a tratamentos antiretrovirais para a aids em 2005, assim como a luta contra a mortalidade materno-infantil no mundo.
Durante sua visita à Espanha, o diretor-geral da OMS será recebido pelo rei e o presidente do Governo espanhol, José María Aznar, além de visitar centros de pesquisa de patologias como as oncológicas e cardiovasculares.




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