No estudo, os cientistas extraíram células individuais de um embrião sem danificá-lo. Depois, cultivaram em laboratótio as células-tronco a partir da célula retirada. A equipe utilizou 16 embriões rejeitados em clínicas de fertilização in vitro, os quais continham entre oito e dez células.
Os cientistas extraíram uma célula de cada embrião sem causar nenhum dano ao mesmo. Posteriormente, a maioria das células isoladas, conhecidas como blastômeros, se dividiu pelo menos uma vez no laboratório. Cerca de metade desses blastômeros produziu pelo menos de 50 a 100 células, inclusive algumas identificadas como células-tronco.
A partir desses blastômeros, a equipe de cientista pôde obter duas linhas estáveis de células-tronco embrionárias, que continuaram multiplicando-se por mais de oito meses. Segundo os pesquisadores, os testes demonstraram que essas células-tronco tinham capacidade de se tornar qualquer um dos três tipos de células que originam os tecidos humanos. As células-tronco são importantes porque podem se transformar em tecidos de qualquer tipo, de modo que poderiam ser úteis em tratamentos para doenças como o câncer, o diabetes ou o mal de Parkinson.

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