A missão, batizada de "Swarm", realizará o estudo "mais completo já feito do campo geomagnético terrestre e sua evolução no tempo", segundo comunicado da ESA. Graças a ela, será possível melhorar "o conhecimento do sistema terrestre por meio dos dados sobre a evolução do seu clima e os processos que ocorrem no interior do globo terrestre", continuou a ESA.
A bordo de um único lançador, a missão Swarm compreenderá três satélites: dois descreverão uma órbita polar inicialmente a 450 km de altitude e o terceiro percorrerá outra órbita, situada a 530 km de altitude. Seus instrumentos medirão com muita precisão a intensidade, a direção e as variações do campo magnético terrestre, completando-as com dados de navegação e medidas do campo elétrico.
Estas observações permitirão distinguir e dar forma a diferentes fontes do campo geomagnético. Também contribuirão para o estudo da composição do globo e de seus processos internos e analisar a influência do sol no sistema terrestre. A missão também terá conseqüências práticas em diferentes campos, como a meteorologia espacial, a avaliação dos riscos referentes aos raios solares e a navegação e a exploração dos recursos.
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