Por enquanto, as 100 mil seqüências geradas por pesquisadores de São Paulo e as 55 mil feitas pelos pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que conduzem o projeto em parceria, estão em bancos de dados separados. O próximo passo, que deve ocorrer nas próximas semanas, será unir todas as informações num único lugar e intercambiar as informações. Nessa fase serão identificadas as funções dos genes mapeados.
Os cientistas paulistas devem se reunir entre o final de abril e o início de maio para discutir os resultados do seqüenciamento e preparar as próximas pesquisas sobre o melhoramento genético do café. Depois das análises funcionais, a expectativa dos cientistas é que sejam desenvolvidas plantas de café mais resistentes a doenças e também grãos com uma qualidade melhor ao consumidor.
Redação Terra