O Escritório de Conservação Arqueológica de Titz informou nesta quarta-feira que em algumas das tumbas há valiosos objetos funerários, como broches de prata com pedras preciosas, redes e recipientes de barro e de vidro.
Cerca de 750 tumbas são de francos e só 50 de romanos, acreditam os arqueólogos. Essa mistura ainda não havia sido descoberta na Alemanha, explicou o diretor dos trabalhos de escavação, Bernd Paeffgen.
O arqueólogo disse que a combinação de tumbas romanas e francas poderia ser explicada pelo fato de que a mudança de poder nessa região do Rin aconteceu de maneira mais pacífica do que se pensava até agora.
"Quando um povo não tem nada a ver com o outro, não se enterram juntos", afirmou Paeffgen. No entanto, isso não impediu que os francos saqueassem os ataúdes romanos e usassem as tumbas para seus mortos. O grupo de arqueólogos apresentará a descoberta ao público no próximo dia dois de julho, Dia da Arqueologia.
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