Antigo Egito

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Terça, 8 de março de 2005, 12h42

Tutancâmon não foi assassinado, revela pesquisa

Os resultados de um exame tridimensional de raio-X realizado na múmia do faraó Tutancâmon não revelaram qualquer indício que confirme que ele teria sido assassinado. Entretanto, a pesquisa fracassou na tentativa de resolver o mistério em torno da causa da morte, há 3 mil anos, do jovem rei.

Mesmo sem uma conclusão decisiva, o chefe da pesquisa acha que o caso, agora, tem que ser encerrado, e que a tumba do faraó, que morreu em 1.352 a. C, aos 19 anos aproximadamente, não deve ser perturbada novamente. Historiadores especulavam que Tutancâmon havia sido assassinado, levando em conta a idade com que morreu e as turbulências religiosas e políticas desse período da História do Egito.

Apesar de os tesouros e artefatos da tumba do faraó terem viajado pelo mundo, o corpo mumificado dele foi examinado em detalhes apenas quatro vezes desde que o arqueólogo britânico Howard Carter surpreendeu a todos com a descoberta de sua tumba intacta, em 1922. Em janeiro, o corpo mumificado passou por sua primeira tomografia computadorizada, que usa equipamento especial de raio X para obter imagens de diferentes ângulos do corpo.

Os arqueólogos abriram o caixão pela última vez em 1968, quando um raio X revelou o fragmento no crânio, o que levou à teoria de que o rei teria sido assassinado com um golpe na cabeça.

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Reuters Tomografia revelou detalhes sobre a morte do faraó egípcio Tomografia revelou detalhes sobre a morte do faraó egípcio

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