Vários procedimentos foram adotados pelos médicos para o tratamento de craniopagus parasitus, problema parecido ao de gêmeos que são ligados pelo esqueleto. Como no caso de uma menina que morreu após cirurgia semelhante na República Dominicana no ano passado, a segunda gêmea não havia desenvolvido corpo. Médicos explicaram que a cabeça que foi removida podia sorrir e piscar, mas não possuía vida independente.
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