Medicina Tradicional Chinesa quer ser patrimônio da Unesco

08 de janeiro de 2005 • 03h53 • atualizado às 03h53

A Medicina Tradicional China pode passar a fazer parte da lista de "patrimônio intangível" da Unesco, se progredir a proposta que está sendo preparada pelas autoridades chinesas.

Da mesma forma que a ópera Kunqu e a música do Guqin (instrumento de corda), a acupuntura, a massagem terapêutica ou os compostos herbários podem entrar para a lista da Unesco, segundo a Administração Estatal de Medicina Tradicional China (MTC).

"A MTC é parte da cultura ancestral chinesa que existe há milhares de anos", diz Cao Hongxin, presidenta da Academia de Medicina Tradicional Chinesa. Para a especialista, no entanto, a ciência médica não deve ser necessariamente reconhecida como "patrimônio", já que o termo está em desuso.

A presidenta disse que a China seguirá pesquisando e recolhendo as melhores práticas da MTC, ampliando seus tratamentos a outras doenças, como a Aids, e estendendo seu uso entre a população.

A China já conseguiu acordos internacionais com 67 países para legalizar a prática da MTC, acrescentou a fonte.

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