Napoleão não morreu envenenado, assegura médico

06 de maio de 2009 • 20h01 • atualizado às 21h02

Um médico dinamarquês, especializado no sistema renal, descartou nesta quarta-feira os mitos de que o imperador francês Napoleão Bonaparte tenha morrido envenenado com arsênico ou por causa de um câncer no estômago. Arne Soerensen, 82 anos, assegurou em um livro publicado nesta semana que o grande líder faleceu de insuficiência e intoxicação renal. As informações são da agência AFP.

Na obra, chamada originalmente de "Napoleons nyrer" ("Os rins de Napoleão"), o especialista afirma que o imperador sucumbiu à problemas renais e urinários que fizeram-no padecer durante anos. Paralelamente à carreira profissional no hospital de Aalborg (Dinamarca), Soerensen, que se diz "apaixonado pela história do governante francês", estudou e analisou durante 20 anos a "vida e a saúde de Napoleão, desde a infância até sua morte".

"Napoleão sofria desde jovem de uma constrição crônica do canal urinário, infecções crônicas na bexiga, enfermidade renal e uma nefropatia obstrutiva, que são complicações fatais", declarou. "Ele teve problemas para urinar por muito tempo, ao ponto de um dia dizer 'isto será minha morte'", acrescentou o especialista, que baseia suas hipóteses em "análises clínicas objetivas".

Redação Terra
 
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