Cientistas estão próximos de criar inteligência artificial

05 de dezembro de 2008 • 17h11 • atualizado às 17h44

Cientistas americanos descobriram uma forma mais eficaz para construir um genoma sintético que poderia ser a porta para a criação da vida artificial, segundo o Instituto Venter, liderado pelo polêmico pioneiro da biotecnologia, Craig Venter.

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O método já está sendo utilizado na bioquímica e no desenvolvimento de uma nova geração de biocombustíveis nos laboratórios científicos americanos, determinados a criar uma forma de vida artificial, mas essa perspectiva é extremamente controversa e que suscita muitos debates éticos.

O instituto já havia anunciado em janeiro que tinha conseguido criar o primeiro genoma sintético de uma bactéria. A primeira utilizada foi à bactéria E. Coli, mas cientistas descobriram que este processo foi lento e pesado, e que as bactérias tinham dificuldade jogando grandes segmentos de DNA.

Então eles decidiram utilizar um tipo de fungo conhecido como Saccharomyces cerevisiae. Isto permitiu criar um genoma sintético usando um método chamado de "recombinação homóloga", um processo natural que as células usam para reparar danos nos seus cromossomos.

Então capacidade analisadas na reunião da levedura de DNA, que foi identificada como uma "planta genética", o Instituto afirmou, em uma declaração.

"A equipe (Venter Institute) a partir de agora pode montar o genoma completo da bactéria Mycoplasma genitalium, em uma única etapa, a partir de 25 fragmentos de DNA", disse o centro em seu website.

Estes achados representam "uma grande melhoria dos métodos que a equipe tinha desenvolvido e descrito em janeiro de 2008, quando se introduziu o primeiro genoma sintético", acrescenta.

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