Atualizada às 17h30
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Acredita-se que o animal era jovem devido aos 2 m de largura que possui o fóssil, já que a espécie podia alcançar quase 2 m e pesar até 6 t. Segundo os especialistas, o achado demorou para ser divulgado por causa da dificuldade de se extrair cada pedaço. Mais de mil horas de trabalho foram necessárias.
O descobrimento foi realizado por pesquisadores japoneses da empresa de biotecnologia Hayashibara, que dirige o Museu de Ciências Naturais e a Academia de Ciência da Mongólia.
"É um achado muito importante por ser muito raro de se encontrar um esqueleto assim, com ossos pequenos que poucas vezes se convertem em fósseis", explicou um porta-voz do museu, na província de Okayama, no Japão. Ele assegurou que é a primeira vez que se descobre um esqueleto tão bem conservado de um Tarbossauro de cinco anos de idade, do qual se recuperou 80% da ossada. "Só faltava a parte do pescoço e da cauda", completou.
O Tarbossauro era um carnívoro que habitava o deserto de Gobi e que, como o Tiranossauro, foi um dos últimos sobreviventes dos dinossauros, extintos há 65 milhões de anos.
Redação Terra
O fóssil quase completo do Tarbossauro foi encontrado por japoneses e mongóis
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