Os casos confirmados hoje correspondem a tia e a mãe (cujos sobrenomes são Li e Teng, respectivamente) da enfermeira de Pequim contagiada ao cuidar da estudante de medicina internada na província oriental de Anhui. O Ministério informou que o estado da tia é grave, enquanto a mãe da jovem, de 26 anos, apresenta uma "estabilidade relativa".
A confirmação coincide com a chegada ontem, quarta-feira, de uma equipe de especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS) a Anhui para investigar o contágio da estudante nos lugares onde habitualmente trabalhava.
Tanto a estudante de Anhui, cujo sobrenome é Song e que não teve febre nos últimos seis dias, como a enfermeira eram os dois únicos casos de Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars) que o Ministério chinês confirmou até hoje.
O número total de casos suspeitos em todo o país se eleva para cinco, segundo a mesma fonte, quatro deles em Pequim e um em Anhui, enquanto quase mil pessoas foram postas em observação: 640 em Pequim e 353 em Anhui, segundo a OMS.
O governo informou que 22 pessoas que mantiveram um contato estreito com a paciente de Anhui permanecem em observação médica.
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