novas escavações poderiam ser a chave da descoberta de informações sobre os povos que habitaram a cidade |
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A pirâmide de pedra de Teotihuacan, um dos principais pontos turísticos mexicanos, perto da Cidade do México, foi descoberta no ano de 1500 pelos astecas, pouco tempo antes da chegada dos exploradores espanhóis.
A caverna consiste em um sistema de túneis onde há uma passagem de 90 m de comprimento por 8 m de altura. No final da caverna, existem quatro câmaras distribuídas em forma de trevo. O espaço subterrâneo foi aberto pela primeira vez no início dos anos 1970 pelo arqueólogo Jorge Acosta e fechado logo depois de sua morte. Com ele, a maior parte das informações foram perdidas.
Segundo os arqueólogos, as novas escavações, iniciadas em julho, podem ser a chave da descoberta de informações sobre os rituais sagrados dos povos que habitaram a cidade, mais tarde batizada pelos astecas de "O lugar onde homens tornam-se deuses", por acreditarem que o local era divino.
Os pesquisadores informaram que pouco se sabe sobre os teotihuacanos, civilização que construiu a imensa cidade, cercada por uma arquitetura cerimonial e templos geométricos. Durante seu apogeu, em 500 d.C., a população chegou a mais de 200 mil pessoas, quase o mesmo tamanho da Roma antiga. Porém, em torno de 700 d.C., o povo abandonou-a.
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