Apesar de serem realizados o teste de HIV em todos os centros sanitários, bastando solicitar, o departamento começou no condado do Bronx uma campanha que se estenderá ao resto da cidade para que cada adulto e adolescente saiba sua situação com relação à doença, com um orçamento de US$ 1,46 milhão.
No entanto, os fundos podem variar para se ajustar à demanda, comentou à Agência Efe a doutora Monica Sweeney, encarregada do programa de Prevenção e Controle do HIV/aids do Departamento de Saúde da cidade.
"O teste salva vidas" e o paciente tem a oportunidade de ter um tratamento adequado, melhor qualidade de vida e evita que continue propagando o vírus, afirmou Sweeney ao explicar que os esforços começaram no Bronx pela região ter o índice mais elevado de mortes relacionadas a esta doença, e onde 69% dos adultos realizaram o teste.
A campanha procura atingir 250 mil habitantes do condado que nunca fizeram o teste, já que se trata de uma região afetada pela doença, ao representar quase a quarta parte das infecções em Nova York.
Dentre os que tiveram resultado HIV positivo em 2006, mais de 25% já tinham aids, o que significa que estavam infectados por mais de uma década, afirmou o Departamento de Saúde.
No ano passado 357 pessoas perderam a vida, segundo dados do Departamento de Saúde, que revelam, além disso, que 62.348 pessoas vivem com aids em Nova York, o epicentro da doença nos EUA, e que 38.294 são portadores do vírus, dos quais 45% são afro-americanos e 32% hispânicos.
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